Chegamos ontem da nossa viagem. Foi uma experiência surpreendentemente agradável, fazer férias com a Íris. Ela adaptou-se muito bem aos novos ritmos. Dormiu sempre bem, quer de dia quer de noite. De noite, o facto de dormir na nossa cama certamente contribuiu para que se sentisse segura. De dia, o amortecer da caravana em movimento ou do carrinho de bébé sempre davam uma ajuda.

Novos passos no desenvolvimento da nossa filhota?? – Vários, claro. De vez em quanto, lá fazia novos sons fazendo-nos sorrir. Quase se senta sozinha, já consegue segurar bem a cabeça e apoiar-se com o braço para não cair (o que acaba, inevitavelmente, por acontecer, ao fim de algum tempo). Num dos dias estava o pai a brincar com ela e ela atirava-se para a frente, a partir da posição de sentada, acabando por ficar deitada de barriga, e o mais engraçado é que não chorava, parecia estar a fazer de propósito. Ontem e hoje reparamos que começa a virar-se de lado. Certamente que brevemente vai conseguir passar de deitada de costas, para deitada de bruços (barriga). Outra coisa que notamos foi o facto de se mover de noite na minha direcção, o que achamos ser instintivo, à procura da mama. Até agora não tínhamos pensado nisso pois ela dormiu quase sempre no berço dela, ao pé da nossa cama.
O mais interessante foi o facto de a necessidade que ela tinha de chuchar quando não está a mamar ter aumentado. A melhor solução era chucar num dos dedos do pai. Uma vez, estavamos numa visita guiada a um centro de preservação das aves “kiwis” e ela começou a chorar pois estava a querer dormir. Eu já estava a pensar que íamos ter que sair, mas o pai adormeceu-a facilmente no colo, com ela a chuchar num dos dedos dele. Acabámos por decidir comprar uma chupeta que ela deitou fora de início, mas que começou a gostar muito. Vamos tentar não abusar do uso da chupeta, mas pareceu-nos realmente que a necessidade de chuchar o justificava. As mãozinhas dela acabaram por não ser suficientes para ela, pois com a força acho que ela se magoava e depois começava a chorar.
A viagem foi tempo de muita actividade ao ar livre, para a Íris. Andámos muito com ela no carrinho e a parte mais engraçada era quando havia vento. Ela parecia apreciar e quando deixávamos só a carinha dela destapada, tapando os braços e o corpo dela, por causa do vento, ela parecia saber que se tirasse iria ter frio. Chegou a ficar assim tapadinha, a andar no carrinho e gozar a paisagem durante mais de 1 hora. Até falava, talvez querendo nos dizer como tudo era bonito e verde. Outra vez, fomos percorrer um pequeno trilho até onde se encontravam as árvores “kauri”, as maiores da Nova Zelândia. Também fomos com ela ao topo de uma montanha, dessa vez no colo, o que ela não apreciou muito. Esperamos que goste de caminhar connosco, quando for grande.
Durante as férias, esteve um pouco de frio, pelo menos quando comparado com o clima em Brisbane. No entanto, a Íris não parecia afectada com isso, antes pelo contrário. Parece tolerar melhor o frio que o calor, o que é uma certa desilusão para o pai que adora o calor e esse seria mais um motivo para tentar me convencer a ficarmos na Austrália.
E assim foi, vimos as aves "kiwis", as árvores "kauri", contactámos com a cultura aborígene maori, comemos muito mexilhão e vimos as paisagens verdes. Tudo muito interessante, mas não excepcionalmente. Os nossos Açores não ficam atrás, em beleza natural.

Novos passos no desenvolvimento da nossa filhota?? – Vários, claro. De vez em quanto, lá fazia novos sons fazendo-nos sorrir. Quase se senta sozinha, já consegue segurar bem a cabeça e apoiar-se com o braço para não cair (o que acaba, inevitavelmente, por acontecer, ao fim de algum tempo). Num dos dias estava o pai a brincar com ela e ela atirava-se para a frente, a partir da posição de sentada, acabando por ficar deitada de barriga, e o mais engraçado é que não chorava, parecia estar a fazer de propósito. Ontem e hoje reparamos que começa a virar-se de lado. Certamente que brevemente vai conseguir passar de deitada de costas, para deitada de bruços (barriga). Outra coisa que notamos foi o facto de se mover de noite na minha direcção, o que achamos ser instintivo, à procura da mama. Até agora não tínhamos pensado nisso pois ela dormiu quase sempre no berço dela, ao pé da nossa cama.
O mais interessante foi o facto de a necessidade que ela tinha de chuchar quando não está a mamar ter aumentado. A melhor solução era chucar num dos dedos do pai. Uma vez, estavamos numa visita guiada a um centro de preservação das aves “kiwis” e ela começou a chorar pois estava a querer dormir. Eu já estava a pensar que íamos ter que sair, mas o pai adormeceu-a facilmente no colo, com ela a chuchar num dos dedos dele. Acabámos por decidir comprar uma chupeta que ela deitou fora de início, mas que começou a gostar muito. Vamos tentar não abusar do uso da chupeta, mas pareceu-nos realmente que a necessidade de chuchar o justificava. As mãozinhas dela acabaram por não ser suficientes para ela, pois com a força acho que ela se magoava e depois começava a chorar.
A viagem foi tempo de muita actividade ao ar livre, para a Íris. Andámos muito com ela no carrinho e a parte mais engraçada era quando havia vento. Ela parecia apreciar e quando deixávamos só a carinha dela destapada, tapando os braços e o corpo dela, por causa do vento, ela parecia saber que se tirasse iria ter frio. Chegou a ficar assim tapadinha, a andar no carrinho e gozar a paisagem durante mais de 1 hora. Até falava, talvez querendo nos dizer como tudo era bonito e verde. Outra vez, fomos percorrer um pequeno trilho até onde se encontravam as árvores “kauri”, as maiores da Nova Zelândia. Também fomos com ela ao topo de uma montanha, dessa vez no colo, o que ela não apreciou muito. Esperamos que goste de caminhar connosco, quando for grande.

Durante as férias, esteve um pouco de frio, pelo menos quando comparado com o clima em Brisbane. No entanto, a Íris não parecia afectada com isso, antes pelo contrário. Parece tolerar melhor o frio que o calor, o que é uma certa desilusão para o pai que adora o calor e esse seria mais um motivo para tentar me convencer a ficarmos na Austrália.
E assim foi, vimos as aves "kiwis", as árvores "kauri", contactámos com a cultura aborígene maori, comemos muito mexilhão e vimos as paisagens verdes. Tudo muito interessante, mas não excepcionalmente. Os nossos Açores não ficam atrás, em beleza natural.
2 comentários:
Olá!
Vocês compraram uma caravana, ou alugaram.
Parece-me bem.
Boa ideia.
Beijinhos
Olá Carla!
Alugamos uma autocaravana, o que não foi muito barato. Mas, é muito vantajoso quando se viaja com miúdos pois eles podem dormir a qualquer hora, podemos cozinhar, mudar fraldas,etc. Está sempre à mão. Até chuveiro tinha.
Beijinhos,Ana
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