Faz amanhã duas semanas que regressei ao trabalho.
O Armando toma conta da Íris enquanto vou trabalhar. Combinamos que eu iria tentar tirar leite manualmente. No primeiro dia já tinha um bom conjunto de porções guardadas no congelador. Experimentamos uma vez, antes de eu ir trabalhar dar-lhe biberão. Ela reagiu bem. Assim, lá fui descansada, embora, claro um pouco triste por a deixar.
O Armando toma conta da Íris enquanto vou trabalhar. Combinamos que eu iria tentar tirar leite manualmente. No primeiro dia já tinha um bom conjunto de porções guardadas no congelador. Experimentamos uma vez, antes de eu ir trabalhar dar-lhe biberão. Ela reagiu bem. Assim, lá fui descansada, embora, claro um pouco triste por a deixar. Nos primeiros 2 dias ela ficou bastante zangada comigo, apesar de o Armando a levar na hora do almoço e ela mamar nessa altura. No fim do meu dia de trabalho eu olhava para ela e ela virava a cara. No entanto, a demonstração de desagrado mais interessante foi o facto de eu falar para ela, tentando fazê-la sorrir e ela nada. Logo a seguir, o Armando falava para ela e ela sorria abertamente. Eu não fiquei chateada. Mais dia menos dia teria que acontecer e eu sabia que ela ficava muito bem. O que nos deixou mais preocupados foi que ela não quis mamar do biberão na tarde do primeiro dia. Só aconteceu dessa vez. Agora ela já reconhece o biberão e estende as mãos para o agarrar.

Pelo meu lado, não tem sido mau regressar ao trabalho, sentir estou a regressar um pouco à normalidade. mas, ao fim de cada dia o cansaço é grande e felizmente tenho que tirar um dia por semana para ficar em casa, já que o Armando também tem que ir trabalhar. Tentamos, mas não conseguimos deitar-nos cedo. Só depois de deitar-mos a Íris, entre as 9 e as 10 da noite, temos alguns momentos livres para tratarmos de outras coisas ou apenas para nos sentarmos no sofá descansados e é difícil resistir a ficar sempre mais um pouco.
A Íris não pára, está mais curiosa do que nunca e já se desloca, arrastando-se sobre a manta no chão, em busca de coisas novas e de outras perspectivas. Nas suas voltas, às vezes acaba meio de baixo do sofá. Quer agarrar tudo e é cada vez mais difícil conseguir que fique muito tempo satisfeita no chão.
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